Como vocês bem sabem eu não sou educadora, não sou pedagoga, não sou muitas outras coisas, porém sou enfermeira neonatal e acompanho diretamente o desenvolvimento infantil, dessa forma esse é um cuidado especial que tenho e venho acompanhando especialistas e estudiosos nesse tema e em educação empática de maneira mais assídua.
Há tempos atrás estava rolando no facebook um vídeo de uma criança se jogando ao chão todas as vezes que o responsável aparecia, e a pessoa morria de rir (e realmente no primeiro momento o vídeo é bem engraçado, vou deixá-lo ao fim do texto, mas assista ao fim do texto!). Porém, a criança que ainda não fala (e mesmo as que falam) tem dificuldade de ser compreendida, pois ela não expressa em palavras o que está sentindo e precisando; dessa forma ela usa o corpo e o choro.
Tem uma profissional maravilhosa chamada Clara Freitas que fala muito sobre educação empática e postou alguns dias atrás uma foto do filho dela chorando porque queria pão, ela explicou toda a situação….que ele tinha acabado de comer um pedaço, eles estavam atrasados e ela queria que saíssem, mas ele queria o pão, típica situação em que ele provavelmente choraria, gritaria, faria birra, pois ele queria pão. Eis que ela parou, pensou na situação e, principalmente, olhou para o que ele estava tentando dizer, a sua maneira, mas dizer!
E ela ainda reflete: “sobre o comportamento da criança é muito mais uma reação ao nosso comportamento do que uma ação intencional. É muito mais um pedido desesperado por atenção, para que consideremos suas vontades e seus desejos, do que algo para nos ferir.
Claro que a discussão aqui não é fazer todas as vontades das crianças, mas olhar para elas, responder, conversar e não simples impor a SUA vontade.

O que acha desse vídeo agora? Quer saber mais sobre educação empática, acesse o Instagram da Clara Freitas http://www.instagram.com/educacaoempatica

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