Crianças

Uma situação…

Certa vez estava numa reunião familiar em que estavam presentes muitas crianças, eu como enfermeira observadora que sou, desliguei-me das conversas dos adultos e passei a observar as crianças brincando e suas interações. Cada uma a sua maneira, porém duas me chamaram a atenção pela forma como interagiam entre elas e com os outros. Extremamente rápidas no fazer e no pensar, inteligentes, impacientes com a “lerdeza” das outras crianças, questionadoras e desafiadoras.

Fiquei me perguntando se só eu estava percebendo o quão maravilhosas eram aquelas crianças, porém a resposta veio imediatamente ao me trazerem de volta a realidade com a conversa dos adultos e um comentário infeliz a respeito do comportamento daquelas crianças: “credo, o fulano não aceita nada, tudo bate de frente”.

A realidade e seus pontos de vistas – crianças índigo X mal criadas

Mas “o fulano” não estava fazendo nada….ele só perguntou por que deveria organizar os brinquedos se ainda estava brincando! Foi então que me veio a cabeça a lembrança sobre as crianças índigo, aquelas que nos fazem pensar fora da caixa (graças a Deus!).

Elas são chamadas assim pela cor de sua áurea, azul-índigo, são crianças que têm chegado aos montes nos últimos tempos, para nos ensinar como o mundo pode ser diferente e melhor se soubermos observá-los. Erroneamente, essas crianças têm sido diagnosticas como hiperativas e com transtorno de déficit de atenção, principalmente por não se adaptarem ao método escolar (diga-se de passagem extremamente ultrapassado).

Ensinamentos

Devemos aprender a entender e nos comunicarmos com essas crianças, estarmos abertos a modificar nossos paradigmas para enxergá-los como presentes e não como problemas, só assim conseguiremos perceber a sabedoria que elas trazem (elas não aceitam manipulações, mentiras e egoísmo – ficando verdadeiramente iradas).

Que nós passemos a ouví-las para aprender e melhor o mundo a nossa volta!

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